sábado, 8 de novembro de 2008

O que vai acontecer com o BPA Suite?

Desde a compra da BEA pela Oracle, criou-se um frenesi descontrolado, sobretudo quanto à oferta de BPM da Oracle, e perguntas diversas começaram a surgir: Quais produtos vão prevalecer? Quais produtos serão descontinuados? A Oracle vai desfazer o acordo de OEM com a IDS-Scheer?

Todas estas perguntas são legítimas e estão acompanhadas do desejo de entender melhor a estratégia da Oracle. Em 2006, a oficialização da parceria entre a Oracle e A IDS-Scheer para OEM dos produtos ARIS Business Architect, ARIS Business Simulation, ARIS Business Publisher e do ARIS Business Repository, resultou num conjunto batizado de Oracle Business Process Analysis Suite. Para as pessoas de tecnologia a Oracle estava complementando sua oferta de SOA com um produto de BPM, seria um sucesso total. E foi um sucesso para quem entendeu que o Oracle BPA Suite fora destinado ao cumprimento da disciplina de gestão de processos, e não para a criação de workflows. Mas o BPA Suite é uma solução completa que dispõe de uma metodologia capaz de alinhar a estratégia organizacional, os processos derivados, as soluções de TI necessárias e o controle dos processos em operação, tudo isso num ambiente integrado, proporcionando uma gestão integrada do processo através de toda a empresa. Pois bem, isso é o “tal” Rigorous BPM, tão falado ultimamente.

Portanto, meus amigos, o Oracle BPA Suite surgiu primeiramente, para aplicar Gestão aos processos de referências embutidos no Oracle e-Business Suite. Mas não devemos desconsiderar que há uma dor latente nas organizações por ferramentas que fazem gestão dos seus processos, e o BPA é o produto certo para atender esta necessidade.

Finalmente, minha opinião é a de que o BPA não somente se manterá como oferta, mas cada vez mais ganhará notoriedade por sua capacidade impar de suportar o conceito de BPM de ponta a ponta em qualquer organização.

terça-feira, 15 de julho de 2008

TI é de Marte, Negócio é de Vênus

A reclamação mais freqüentemente expressa por Negócio sobre a TI é a de que ela não sabe ouvir. Ou a TI a ignora completamente quando Negócio fala com ela, ou ela simplesmente ouve por alguns momentos, fica ciente do que está aborrecendo e então orgulhosamente põe seu boné de Senhor Resolve - Tudo e lhe oferece uma solução para fazê-la sentir-se melhor. TI fica confusa quando Negócio não aprecia esse gesto. Não importa quantas vezes ele lhe diga que não está ouvindo, ela não entende e continua fazendo a mesma coisa. Ele quer empatia, mas ela pensa que ele quer soluções.

A reclamação mais freqüentemente expressa pela TI sobre Negócio é a de que ele está sempre tentando mudá-la. Quando o Negócio quer andar com a TI, ele se sente responsável por assisti-la em seu crescimento e tenta ajudá-la a melhorar o modo como ela faz as coisas. Ele forma um comitê para o progresso da casa, e ela se torna seu foco principal. Não importa o quanto TI resista à sua ajuda, ele persiste esperando por qualquer oportunidade par ajudá-lo ou a dizer a Ela o que fazer. Ele pensa que o está acalentando, enquanto ela sente que está sendo controlada. Ao invés disso, ela quer a sua aceitação.

Esses dois problemas podem finalmente ser resolvidos através primeiramente da compreensão de por que a TI oferece soluções e por que o negócio anseia o progresso. Vamos fazer de conta que voltamos no tempo, onde, através da observação da vida em Marte e em Vênus. Antes dos planetas se descobrirem mutuamente ou virem para a Terra. Assim nós podemos adquirir alguns insights sobre TI e Negócio.

RS - (Adaptado do consagrado livro Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus , Dr. John Gray, Ph.D.)